Ralf Rickli
art in words, ideas & education
arte em palavras, ideias & educação

13 Sept. 2015

E-MAIL : ralf.r @ tropis.org
CELULAR : 55 (27) 98144-5455 • Vitória ES • Brazil

consultor e conferencista em educação
escritor, tradutor

página em reforma

education consultant & lecturer
writer, translator

page under work

 

I know this is a highly unusual way of presenting one's work. But the usual forms of doing anything are being far from satisfactory in face of the world's questions - don't you agree? So... don't you think it is far more probable to find relevant contributions among what is not usual than among the standard stuff?

Sei que este não é um modo usual de alguém apresentar seu trabalho. Mas as formas usuais de fazer seja o que for andam deixando totalmente a desejar frente às questões do mundo - você não concorda? Não lhe parece, então, que é bem mais provável encontrar contribuições relevantes em meio ao incomum que em meio ao que segue padrões?

RALF RICKLIarte em educação, palavras & ideias

Informações biográficas

RALF RICKLIart in education, words & ideas

Biographical information

1 Curriculum Vitae detalhado
com lista detalhada de trabalhos publicados
- 25 páginas A4

PDF  

1 Full Curriculum Vitae (CV) ONLY IN PORTUGUESE
with published works list -
25 pages A4

PDF

2 Currículo acadêmico sistema Lattes

http://lattes.cnpq.br/0811069162286477  

2 Academical Lattes System Curriculum

http://lattes.cnpq.br/0811069162286477

3 Biografia profissional essencial

Em 2011 Ralf Rickli ingressou no serviço público como Especialista em Desenvolvimento Humano e Social do Estado do Espírito Santo, onde vem trabalhando na Secretaria de Assistência Social Direitos Humanos -

... porém nos 35 anos anteriores já havia estado ativo como profissional do ensino e do texto, e em certa medida também da análise e planejamento, nos três setores (com ênfase no terceiro). Dentro disso, até o final de 2009 havia ministrado palestras e cursos e participado de mesas em 48 cidades de 9 estados brasileiros, Venezuela, Inglaterra e Alemanha.

Sua atuação, embora sempre diversificada, teve em cada década uma ênfase principal:

70: formação humana através do aprendizado musical

80: conscientização ecológica geral e na agricultura

90: identidade cultural brasileira, mirando sobretudo a auto-estima e cidadania em grupos marginalizados

00: renovação das formas da educação e da formação de educadores, 
incluindo a conscientização parental

10: a perspectiva dos Direitos Humanos como integradora de todas as temáticas anteriores; ensaios no caminho das políticas públicas

Em 1982 Ralf participou da fundação do Centro Deméter, depois chamado Instituto Biodinâmico, onde atuou até 1990 como docente, editor e membro do conselho executivo (funções assumidas hoje pela Associação Biodinâmica e Instituto Elo - Botucatu SP). 

Em 1993-94 colaborou com a Associação Monte Azul, fundada por Ute Craemer na favela de mesmo nome em São Paulo. Já em agosto de 1992, porém, Ralf havia iniciado atividades educacionais sob o nome Trópis (palavra grega para 'quilha'), as quais atraíram intensa participação de jovens dos bairros próximos, com os quais o trabalho ganhou em 1998 a forma oficial de Associação Trópis para o Desenvolvimento Cultural e Social, e entre 2002 e 2007 estendeu atividades para a Baixada Santista - tendo a Pedagogia e Filosofia do Convívio sido formuladas nesse contexto.

Entre suas experiências de trabalho laterais, gosta de destacar as de administrador de sítio, redator de publicidade, instrutor de idiomas in company, aprendiz em fábrica de pianos, tradutor e editor.

A graduação em Pedagogia quando já ensinava há 31 anos (USP, 2006 - v. Rickli 2010b) foi antecedida de, entre outros, estudos de Piano e Educação Musical na Escola de Música e Belas Artes do Paraná; Desenvolvimento Rural e Agricultura Biodinâmica no Emerson College (Inglaterra, 1979-81); Ano de Estudos em Língua Alemã no Institut Annener Berg (Alemanha, 1990-91) e Artes Cênicas na Educação (ECA-USP, 1994). Em 2008-09 cursou a especialização ‘Pedagogia da Arte da Paz’, com eixo principal em Educação Infantil (UNISA/Instituto Sophia), na qual produziu a monografia "AOS QUE PODEM SALVAR O MUNDO - a Filosofia e Pedagogia do Convívio e seu apelo por uma nova consciência & arte dos pais" .

A produção escrita abrange ensaios e artigos jornalísticos impressos e na internet, traduções de diversos idiomas, poesia, teatro e ficção juvenil, inclusive o primeiro livro paradidático brasileiro sobre História das Civilizações Africanas: O dia em Túlio descobriu a África, 232 pp., 1997, teatralizado em 2009.

Desde setembro de 2011 passou a atuar no Poder Público (Governo do Estado do Espírito Santo) como Especialista em Desenvolvimento Humano e Social na Subsecretaria de Direitos Humanos.

Curriculum Vitae e bibliografia in extenso: <http://ralf.r.tropis.org/rr-curriculumvitae.pdf>

Currículo acadêmico Lattes: <http://lattes.cnpq.br/0811069162286477>

3 An essential professional biography

In 2011 Ralf Rickli entered the civil service as a Specialist in Human and Social Development of the Espírito Santo Brazilian state, where he presently works at the Human Rights Department.

Yet, during the former 35 years he had already been active in the teaching and writing fields, and in a certain measure also in analysis and planning, especially in the Third Sector, but also in the 1st and 2nd ones. Within that, to the end of 2009 he had given talks and courses and taken part in panels in 48 cities in 9 Brazilian states, Venezuela, England and Germany.
 

His activities, while always diversified, emphasized the following focuses in the different decades:

70: human formation through music learning

80: awareness of ecological and agricultural issues

90: Brazilian cultural identity, looking especially towards self-esteem and citizenship in marginalized groups

00: renewal of the forms of education and educators' formation, 
including parental conscientization

10: the Human Rights perspective as an integrating factor for all former subjects; experiments on the public policies road 

In 1982 Ralf helped founding Centro Demeter, later called Instituto BiodinAmico, where he was active until 1990 as lecturer, publisher and member of the executive council (functions presently undertaken by the Associacao Biodinamica and Instituto Elo, in Botucatu, S.Paulo State). 

In 1993-94 he collaborated in the Monte Azul association, founded by Ute Craemer in a shantytown in Sao Paulo. Yet already in August 1992 he had started some other educational activities under the name TrOpis (Greek for 'keel'), which brought a considerable group of teenagers from the neighbouring areas to an intense involvement, leading to the 1998 officialisation as Tropis Association for Cultural and Social Development and to the extension of activities to the region of the harbour city of Santos between 2002 e 2007. It was within the framework of these experiences that the CONVIVIAL EDUCATION AND PHILOSPHY gained their the theoretical formulations.

Among his side work experiences, Ralf likes to point out the ones as a small farm manager, copywriter, in-company language instructor, apprentice in a piano factory, editor and translator.

Ralf only got his degree in EDUCATION (Pedagogia) at Universidade de Sao Paulo (USP) in 2006, when he had already been teaching for 31 years (see Rickli 2010b, reproduced bellow as point 4). This was preceeded however by, among others, Piano and MUSIC EducaTION studies at Escola de Música e Belas Artes do Paraná; Rural DEVELOPMENT AND BIODYNAMIC AgriculturE at Emerson College (England, 1979-81); Study Year in GERMAN LANGUAGE at Institut Annener Berg (Germany, 1990-91) and SCENIC ARTS IN EDUCATION (ECA-USP, 1994). In 2008-09 he earned a specialist grade in Infant Education with a outlook to Peace Culture building (‘Pedagogia da Arte da Paz’, Universidade de Santo Amaro / Instituto Sophia); within this course's frame, the dissertation "To the ones who can save the world" was written, which deals fundamentally with education for parentality.

His written production includes essays, press articles, translations from several languages, poetry, drama and fiction for youths, including the first Brazilian paradidactic book on the History of African Civilisations (O dia em Tulio descobriu a Africa, 232 pages, 1997, brought to the stage in 2009).

Since September 2011 Ralf works in the Espírito Santo State public service, as a Specialist on Human and Social Development at the Human Rights Department.

Curriculum Vitae e bibliografia in extenso: <http://ralf.r.tropis.org/rr-curriculumvitae.pdf>

Currículo acadêmico Lattes: <http://lattes.cnpq.br/0811069162286477>








1981: estudante no Rural Development Programme, Emerson College, Inglaterra
1988: dando palestra ao ar livre
 em S.Luiz do Purunã PR

 


2009, Alemanha: conferências
 Global Perspectives on Education for Sustainable Development - Bonn
 (com Profs. Baiane Langa, Moçambique, e Moacir Gadotti, Instituto Paulo Freire, SP)
e
Global Learning: Dialogue Creates New Perspectives - Worpswede

4 Uma reflexão autobiográfica sobre Educação:

Carta aos colegas educadores, de um pedagogo que o é por ter fugido da escola

Caros colegas: haverá professores felizes com o que vivem na escola hoje? Deve haver mas... sejamos sinceros: creio que ninguém de nós pensa que sejam muitos! E se considerarmos que a maioria dos alunos também preferia estar em outro lugar, será que não é hora de nos perguntarmos: ainda existe sentido no que estamos fazendo?

Alguns podem argumentar que alguém tem que fazer o sacrifício para não deixar os jovens sem educação, mas... será que os efeitos educacionais que temos conseguido correspondem de fato ao tamanho dos custos - não só em verbas mas principalmente em alegria de vida, deles e nossa? Ou alguém dirá que essa dimensão não tem importância?

Permitam relatar algumas coisas da minha trajetória de aprendizado – que, antes de mais nada, não espero ver encerrada enquanto eu tiver alguma consciência – pois me parece ter prefigurado um tanto, desde há meio século, o que cada vez mais crianças e jovens vivem hoje.

Eu tinha uns cinco anos quando meus pais se surpreenderam ao me ver alfabetizado. Eles apenas haviam deixado um pequeno quadro-negro e giz à disposição, havia impressos abundantes pelo ambiente, e haviam respondido minhas perguntas.

Me disseram que logo eu iria pra escola, e que lá sim eu ia aprender bastante – mas não foi verdade: em meio a imobilidade e incomunicabilidade forçadas, alguém com evidente cara de má-vontade tentava impor aos gritos alguma atenção a atividades que não interessavam nem ensinavam. Socialização? As relações entre os alunos eram praticamente um bullying generalizado e constante, ignorado pelos professores como ‘coisa de criança’ até que surgisse algum ferimento físico.

Continuei aprendendo mais em casa, onde dois pais ex-professores respondiam perguntas, chamavam atenção para fatos interessantes e deixavam livros e discos à disposição.

Capital cultural, privilégio de poucos, diria Pierre Bourdieu.

Perfeito. Só que nos últimos anos a sociedade toda se vê cada dia mais imersa numa espécie de ‘caldo de informação’ propiciado pelas tecnologias de comunicação – primeiro em massa mas agora, muito melhor, em rede de mão dupla. Para mais e mais crianças e jovens, permanecer ignorante começa a ser mais custoso que aprender algo. Ao se comunicarem no msn, por exemplo, adolescentes das periferias estão atingindo uma velocidade de expressão escrita que jamais teríamos sonhado solicitar deles!

E a escola, estará sabendo se relacionar com isso? Vejo colegas se manifestarem sarcasticamente sobre o quanto esses adolescentes ‘escrevem errado’ – quando se deixados só aos nossos cuidados sequer estariam escrevendo!

Comecei a lecionar um ano depois de entrar numa primeira faculdade – e logo percebi que, tanto quanto aos conteúdos quanto às formas do trabalho docente, eu continuava encontrando mais ajuda fora do que dentro da instituição. E nesse momento um jovem europeu de postura entre hippie tardio e punk precoce, porém muito lido, me desafiou: ‘Professores são seres insuportáveis, e o são porque não têm idéia de como é a vida fora da escola: cresceram nela, nela se formaram, nela passaram a trabalhar de imediato. Como vão ser úteis a um mundo que nem conhecem?’

Ainda estávamos no embalo de 1968 e parecia garantido que as instituições vigentes pudessem ser substituídas relativamente rápido por alternativas de um ou de outro tipo – e no nosso mundo novo valeria o saber demonstrado na prática, não os títulos de papel. Foi com essa confiança que abandonei a busca do diploma e saí catando conhecimentos que julgava relevantes para a construção desse novo mundo, onde quer que os encontrasse.

Assim, entre trabalhos e aprendizados os mais diversos, aos 40 eu havia cursado seis anos em nível superior em três países – porém sem grau, pois foram semestres avulsos e ‘cursos livres’. Tinha investido ainda milhares de horas em cursos de extensão e em leituras em cinco idiomas, escrito centenas de páginas, dado palestras e cursos em nove estados... quando de repente ficou claro que, em lugar de desabar, as velhas instituições haviam se tornado mais fortes que nunca, e imposto uma ‘nova ordem’ sua: uma na qual eu – que já havia palestrado, assumidamente sem título, em faculdades do prestígio de uma ESALQ e um IP-USP - estava restituído ao meu valor dos 17 anos: ‘Ensino Médio’.

Foi aí que decidi que, se tinha que me graduar e especializar, seria justamente em Estudos da Educação – entre outras coisas porque vinha ensinando a jovens em espaço não-formal, e a honestidade vinha me forçando a dizer-lhes: ‘não tomem minha história como modelo: por mais que lhes doa, cumpram a carreira escolar até o fim – mesmo se em pleno século 21 a maior parte das escolas sequer realizou as conquistas pedagógicas de 1920, e é fato que lá vocês perdem tempo e ainda vão ter que conquistar por fora talvez o mais importante dos seus aprendizados.’

Mas... não é melancólico ter que dizer isso a jovens – para não dizer trágico? Quanto desperdício de vida humana – sem nem falar do de recursos públicos! Por que nós – professores, orientadores, administradores – não encaramos o desafio moral de fazer da escola um espaço de educação realmente significativo – entendida a realidade do século 21?

É óbvio que isso não pode ser meramente mais um remendo no modelo escolar histórico! Precisamos entender de vez que estamos atravessando a revolução cultural mais radical da história da humanidade e, de modo condizente, ousarmos repensar tudo.

Pois nosso esgotamento vem justamente de passarmos os dias tentando empurrar um ancião moribundo – se não já um cadáver – na velocidade dos jovens!

É nesse sentido que tenho convidado colegas educadores de todos os tipos a sentar, trocar experiências e perplexidades e sonhar juntos – na qualidade de um educador que, quando jovem, se viu compelido a fugir da escola de tanta vontade de aprender – inclusive de aprender a conseguir compartilhar eficazmente o que aprendia.

São Paulo, agosto de 2010
Ralf Rickli

4 An autobiographical reflexion on Education:

LETTER TO THE COLLEAGUES active in education, by a pedagogue who is it for having run away from school

Dear colleagues: will be there teachers who are happy with the experiences they live in school today? There must be but... let's be honest: I think none of us think they are many! And considering that most students also preferred to be elsewhere, is not it time to ask ourselves: is there still any sense in what we're doing?

Some may argue that someone has to make the sacrifice so that young people are not left without education, but... do the educational effects we have been achieving match the costs - not just in money but above all in life joy, theirs and ours? Or will someone say that such a thing does not matter?

Please, allow me tell you some things about my own learning path - which, first of all, I do not expect to be concluded as long as I have any a glimpse of consciousness. I would like to do that because it seems I may have foreshadowed, half a century ago, what more and more children and young people go through.

I was about five years old when my parents were surprised to realise I could read. They had only left some things around: a small blackboard, chalk, abundant printed materials - and had answered my questions.

They told me that soon I would go to school, and there I would really learn a lot - but that was not true: in the midst of forced immobility and incommunicablity, someone with an obvious bad will face shouted trying to impose some attention to activities that did not interest nor properly taught anything. Socialisation? The relationships among the kids were hardly more than a constant and general bullying, simply ignored by teachers as 'the normal children's way' until it came to some physical injury.

I continued learning far more at home, where two parents who had been teachers answered questions, called attention to interesting facts and left books and records available.

Cultural capital, a privilege of a few, Pierre Bourdieu would say.

Perfect. But in recent years the whole society sees itself more and more immersed in a kind of 'information soup' afforded by the communication technologies - first as one-way mass communication but now, much better, in two-way networks. For more and more children and youths, to remain ignorant begins to be more difficult than to learn something. When communicating on msn, for example, teenagers from the suburbs are reaching a speed of writing that we would never have dreamed to ask from them! 

Is the school knowing how to relate to that? I see colleagues manifest sarcastically about how these adolescents 'write wrong' - when if left only to our care they would not even be writing!

I began teaching a year after I started going to college - and I soon realised that, regarding both the content and the ways of teaching, I kept finding more help outside than inside the institution. And at that time I was challenged by a young European whose attitude was something between a late hippie and an early punk, yet had read quite a lot: 'Teachers are unbearable beings, and they are so because they have no idea what life is like outside of school: they grew up within a school environement, they graduated and started working without ever leaving that environment. How could they be useful to a world they simply do not know?'

We were still in the push of 1968 and felt sure that the existing institutions could be replaced relatively quickly by one or another kind of alternatives - and our new world would value knowledge proved in practical life and not give a damn to titles written on paper. It was with this confidence that I gave up going after the college degree and went after any information and skill I thought relevant to the construction of this new world, wherever they could be found.

So, moving through the most diverse work and learning situations, at 40 I had attended classes at college-level for six years in three countries - but had no degree, for I had taken separate semesters and 'open courses'. I had also invested thousands of hours in extension courses and readings in five languages, had written hundreds of pages, given lectures and courses in nine Brazilian states... when suddenly it became clear that instead of collapsing, the old institutions had become stronger than ever and imposed their kind of 'new order': one in which I - who already had spoken, not hiding I did not have a degree, in such prestigious colleges as Piracicaba's ESALQ and the USP Institute of Psychology - was returned to the value I had as a 17 years old boy: 'high school', nothing more.

In that moment I decided that, if I had to graduate and specialise, that should be in Education Studies in - among other things because I had been teaching youngs in non-formal spaces, and honesty forced me to tell them: "Do not take my story as a model: no matter how painstaking it may be, do follow the school career until its end, not paying attention to the fact that most schools, regardless of being in the 21st century, did not put into practice the educational achievements of the 1920 decade yet, nor to the fact that you do waste time there and will still have to go after the most relevant knowledge elsewhere."

But ... is it not melancholic to have to say that to young people - not to say tragic? How much waste of human life - not to speak about public funds! Why don't we - teachers and education counselors and administrators - face at once the moral challenge of making school a place of education of real relevance in the context of the 21st century's reality? 

Obviously this can not be merely another mending in the historical school model! We need to understand at once that we are going through the most radical cultural revolution so far in human history, and dare to rethink everything in a suitable way.

For our exhaustion (burnout...) is due precisely to the fact that we spend our days trying to push a dying old man - if not already a corpse - at the speed of youths!

So, if I started inviting fellow educators of all types to sit, share experiences and perplexities and dream together, that was precisely as an educator who once - as a young man - felt compelled to run away from school precisely for being eager to learn things - among them, how to share with others in an effective way the things he was learning.

Sao Paulo, August 2010
Ralf Rickli

5 Uma referência interessante (de 1981)
pela Prof.ª Judy [Hurley] Bloomgardener

Emerson College
An adult centre of training & research 
based on the work of Rudolf Steiner
Rural Development Programme
Forest Row - Sussex - England RH18 5JX 
Tel. Office (034282) 2238, Students (034282) 2073

TO WHOM IT MAY CONCERN:

Tenho a satisfação de escrever em recomendação de Ralf Rickli, estudante do Rural Development Programme que conheci em convívio diário durante um ano na minha posição de instrutora e coordenadora administrativa do programa.

Minha impressão é a de que Ralf é primariamente uma pessoa da mente --- de idéias e imaginação --- e da comunicação. Na minha avaliação, foi corajoso da sua parte assumir um programa constituído em 75% de trabalho físico duro, ao ar livre e sob mau tempo. Ele o fez como um esforço por um equilíbrio pessoal entre mente e corpo. Embora eu não espere que no futuro ele venha a ser um agricultor ou horticultor de tempo integral, qualquer trabalho que ele venha a realizar como professor, escritor ou administrador será informado pelo seu profundo respeito pelo trabalho físico e pela compreensão, adquirida neste ano, das dificuldades e caminhos para chegar a um sistema saudável de uso da terra por meios biológicos sustentáveis.

Em nossas discussões sobre o relacionamento entre Primeiro e Terceiro Mundos, ele trouxe uma contribuição inestimável mediante a sua combinação incomum de traços europeus e brasileiros. Tenho a expectativa de que ele venha a ser, nas próximas décadas, uma das pessoas a contribuir significativamente para a grande questão das relações Norte-Sul que toma frente agora como um dos temas mais importantes perante a comunidade mundial. Eu mesma anseio por tê-lo como colega de trabalho quando nós dois regressarmos ao hemisfério ocidental.

Qualquer empreendimento que requeira um colaborador sensível, inteligente, imaginativo --- até mesmo visionário ---, e tenha flexibilidade o bastante para oferecer-lhe uma esfera adequada de expressão pessoal, será privilegiada de contar com Ralf como colega.

Vão com ele meus mais calorosos votos e afeição pessoal.

(assinado) Judith Hurley

Coordenadora Administrativa

16 de julho de l98l

Proprietors: THE EMERSON COLLEGE TRUST LIMITED (Registered Charity)

Members of the Council: I. Bruntsch, J.C.Davy, C.J. van Houten, D. van Houten, H.H. Koepf, U.M.Koepf, M.Macdonald, P.M.F.Matthews, R.E.Spence, M.D.Spence (Secretary). Hon.Member of the Council: L.F. Edmunds (founder).

5 An interesting 1981 reference
by Prof. Judy [Hurley] Bloomgardener

Emerson College
An adult centre of training & research 
based on the work of Rudolf Steiner
Rural Development Programme
Forest Row - Sussex - England RH18 5JX
Tel. Office (034282) 2238, Students (034282) 2073

TO WHOM IT MAY CONCERN:

It is my pleasure to write on behalf of Ralf Rickli, a student in the Rural Development Programe whom I have known on a daily basis during the past year in my position as instructor and administrative coordinator for the programme.

It is my impression that Ralf is primarily a person of the mind --- of ideas and imagination --- and of communication. In my estimation, it was very courageous of him to undertake a programne that has been 75% physical work, and hard outdoor work in bad weather at that. He has done this in an effort to achieve a personal balance of mind and body. While I do not expect that, in the future, he will be a full-time farmer or gardener, any work he may do as teacher or writer or administrator will be informed by his deep respect for physical labor and the understanding he has gained during this year of the problems and ways of achieving a wholesome system of land-use by sustainable biological means.

In our discussions of the relationship of First and Third Worlds, he has made an invaluable contribution through his unusual combination of European and Brazilian traits. I expect him to be one of the people, in the coming decades, to make a significant contribution to the great issue of North-South relations that is now coming to the fore as one of the most important matters before the world community. I myself look forward to working with him as a colleague when we both return to the western hemisphere.

Any enterprise that requires a sensitive, intelligent, imaginative --- even visionary --- co-worker and is flexible enough to allow him adequate sphere for personal expression would be privileged to have Ralf as a colleague.

My warmest personal wishes and affection go with him.

(signed) Judith Hurley

Administrative Coordinator

July 16, l98l

Proprietors: THE EMERSON COLLEGE TRUST LIMITED (Registered Charity)

Members of the Council: I. Bruntsch, J.C.Davy, C.J. van Houten, D. van Houten, H.H. Koepf, U.M.Koepf, M.Macdonald, P.M.F.Matthews, R.E.Spence, M.D.Spence (Secretary). Hon.Member of the Council: L.F. Edmunds (founder).

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Informações Biográficas

1 Curriculum Vitae detalhado          2 Currículo Lattes  

3 Biografia profissional essencial

4 Carta aos colegas educadores (reflexão autobiográfica)

5 Uma referência de 1981 e ainda de interesse

FRENTE DE TRABALHO EM STAND-BY DESDE SET. 2011
        Área profissional I: 
   Projeto ERE inFORM
        palestras, cursos, grupos de conversação

Uma chave: o BOM, o BELO e o VERDADEIRO

1 A Chave Invisível: o trato com as crianças pequenas...

2 A Hora da Verdade: adolescentes e jovens

3 Dona Didática em hora de fênix?

4 Viagens na História (África Mãe da Civilização; Mil Anos de  Música)

Sobre a perspectiva: o Convívio como método e meta

Bibliografia dos cursos disponível na net

Custos: abordagem sociopedagógica

FRENTE DE TRABALHO SUSPENSA  DESDE SET. 2011
        Área profissional II: 
        Comunicação Transcultural

1 Tradução Viva de conferências e cursos

2 Tradução escrita

Acesso aos trabalhos publicados na internet

PROJETO ERE inFORM EM PDF

Portal Pessoal-Profissional: de volta à página-índice 
Página inicial do movimento Trópis 

RALF RICKLIart in education, words & ideas - go to ...

Biographical Information

1 Full CV (Curriculum Vitae)       2 Lattes System academical CV  

3 Essential professional biography

4 Letter to colleagues active in education (an autobiographical reflexion)

5 An interesting 1981 reference

WORK FRONT IN STAND-BY SINCE SEPT.2011
        Professional area I: ERE inFORM Project
        talks, courses, conversation groups

A key: GOODNESS, BEAUTY and TRUTH

1 The Invisible Key: the way we treat small children...

2 The Hour of Truth: adolescents and youths

3 Mrs Didactics in her phoenix hour?

4 Journeys in History (Africa Mother of Civilization; Thousand Years Music)

About the convivial perspective: Living Togetherness as Goal and Method

References accessible at the internet

Costs: a sociopedagogical approach

WORK FRONT SUSPENDED  SINCE SEPT.2011
        Professional area II: 
        Transcultural Communication

1 Living Translation of conferences & courses

2 Written translation

Access to internet published works

ERE inFORM PROJECT IN PDF (portuguese)  

Personal-Professional Portal: back to the index-page 
TROPIS movement home page 

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RALF RICKLI • área profissional I: Educação

As atividades desde campo estão em stand-by desde Set.2011
(podem ser ativadas a pedido)

PROJETO ERE inFORM
Encontros de Refocalização da Educação Formal ou Informal

Palestras, Cursos, Grupos de Conversação Orientados

na perspectiva da Educação e Filosofia Conviviais

RALF RICKLI professional area I: Education

This field's activities are in stand-by since Sept.2011
(reactivation possible under request)

ERE inFORM PROJECT 
Education (Formal and Informal) Refocalization Meetings

Talks, Courses, Oriented Conversation Groups

under the Conviviality Education and Philosophy perspective

Todos os temas são oferecidos em duas formas

• palestra ou apresentação única, ou introdutória - tempo mínimo 2 horas, sempre incluindo diálogo

• cursos ou grupos de conversação com duração e características projetadas para as peculiaridades de cada caso

Destinam-se a:  educadores na ativa ou em formação • planejadores, políticos, administradores • pais & mães e outras pessoas que convivem com crianças • adolescentes e jovens • outros interessados

Onde? Onde quer que um grupo ou instituição convide oferecendo o espaço e organização local, e tomando a frente na promoção do evento

em português, espanhol ou inglês

All subjects are offered in two formats

• one single or introductory talk or presentation - minimum time 2 hours (always includig time for dialogue)

• courses or conversation groups with custom projected length and characteristics

TARGET GROUPS:  all kinds of educators, both active or in formation • planners, politicians, administrators • parents and other people who live with children in any way • adolescents and youths • anyone interested

where? Wherever a groups or institution invites, offering the space, promoting the event and caring about all local organization aspects

in portuguese, spanish or english

Uma chave: O BOM, o BELO e o VERDADEIRO

como apontado por uma de nossas fontes de inspiração - a Pedagogia Waldorf - estes 3 valores fundamentais na existência humana só podem ser apreendidos e desenvolvidos a partir de amostras convincentes da sua existência recebidas nas seguintes idades:

Zero a sete anos: o mundo pode ser bom

Sete anos à puberdade: o mundo pode ser belo

Puberdade a início da idade adulta: o mundo pode ser verdadeiro

A key: GOODNESS, BEAUTY and TRUTH

one of our several inspiration sources - Waldorf education - points out that these 3 values which are fundamental in human existence can only be aprehended (and then developed) from convincing samples of their existence recieved in the following speciphic ages:

Zero seven years old: the world can be GOoD

Seven years old to puberty: the world can be beautiful

Puberty to the beggining of adult age: the world can be TRUE

Campo 1 - A CHAVE INVISÍVEL:
o trato com as crianças pequenas 
e suas consequências no mundo

Não aprendemos a fazer o que nos dizem: aprendemos a fazer o que nos fazem.
Prof.Dr. Marcos Ferreira Santos 

A hora da Bondade em Educação
alvo principal: profissionais em Educação Infantil

A chave invisível dos problemas do mundo:
conexões sociais, políticas e ecológicas 
da educação infantil e parental

alvo principal: administradores e planejadores, educadores sociais, políticos, ativistas - sem excluir demais interessados

Para quem não quer filhos-problema
Conversações com familiares, sobretudo pais e/ou mães  

Seja em psicanalistas como Winnicott e Ferenczi, seja na pedagogia e psicologia inspiradas por Rudolf Steiner, seja em Vygotsky e Luria ou na Neurociência recente, está mais que demonstrado que a qualidade da atuação de um ser humano por toda a sua vida é determinada pelos sentimentos e modelos inspirados na primeira infância pela forma de agir dos pais e outros cuidadores e educadores (ou seja: não pelo conteúdo de suas palavras).

Isso é especialmente sério no período de formação das estruturas psíquicas fundamentais: da concepção aos três anos. É aí que, sem percebê-lo, cada geração tem depositado na seguinte o que pode ser chamado, sem exagero, de a semente do mal: feridas psíquicas que dão origem às tendências antissociais presentes em todo ser humano, inclusive a compulsão de repassar a mesma ferida à próxima geração – mais uma vez sem percebê-lo.

Justiça, fraternidade e paz jamais serão construídas, portanto, sem enfrentarmos coletivamente esta que surge como a questão mais decisiva para a humanidade: como conscientizar e mobilizar os pais, educadores e outros ‘mais velhos’ no sentido de reverem seu modo de lidar com as crianças pequenas. Mas como começar?

Bibliografia específica: Rickli 2010a

Field 1 - THE INVISIBLE KEY:
the way we treat small children 
and its consequences in the world

We do not learn how to do what people say to us; 
we learn how to do what people do to us.
Prof.Dr. Marcos Ferreira Santos 

The time for Goodness in Education
MAIN TARGET: profESSIONALs OF Infant EDUCATION

The invisible key to the world's problems:
social, political and ecological connexions 
of infant and parents education

MAIN TARGET: administraTors and planners, social educators, politicians, activists - not excluding anyone interested

If you don't want problem children
Conversations with children's relatives, especially parents

Be it by psychoanalysts as Winnicott and Ferenczi, be it by the educational art and  the psychology inspired by Rudolf Steiner, be it by Vygotsky, Luria or by the most recent Neuroscience, it is more than proved that THE qualiTY OF A HUMAN BEING'S ACTIONS ALL ALONG HIS LIFE is determined by the feelings and models inspired in their early childhood by the way their parents and other caretakers act (that is to say: not by their words' contents).

This is especially serious in the period when the fundamental psychic structures are formed: from conception to the age of 3. It is there that, without even noticing it, each generation has been lodging in the next one what can be called, with no exageration, the seed of evil: psychic wounds which originate the anti-social tendencies present in EVERY human being, including the compulsion to pass on the same wound to the next generation – once again, without noticing it.

Therefore justice, fraternity and peace will never be attained unless we face collectively what we can see now as the most decisive question for humankind: how to conscientise (make aware) and mobilise parents, educators and all other 'older ones' to revise their way to deal with the small children. But... how would we start?

specific sources (in portuguese): Rickli 2010a

   
Alunos da Associação Trópis aprendem cuidando de filhos de colegas (2002-03) • Ex-aluna com sua própria filha (2009)

Campo 2 - A HORA DA VERDADE: 
a educação em face dos adolescentes e jovens

Você espera alguma coisa da sua vida? Falando de chaves e de pistas falsas com sinceridade - ATIVIDADES DIRETAS COM JOVENS

Fundamentos realistas para a comunicação pedagógica com adolescentes & jovens - com referências à experiência Trópis em Educação Convivial - grupos de conversação com educadores formais e/ou extra-escolares e outros profissionais correlatos  

A juventude está sozinha: não tem ninguém para ajudar
a entender por que é que o mundo é esse desastre que aí está.
Renato Russo

Nós demos a vocês 20 anos para nos fazerem fortes – fortes no amor, fortes em querer o bem - mas vocês nos fizeram fortes no mal. Porque são fracos no bem. Vocês não nos mostraram nenhum caminho que tivesse sentido, porque vocês mesmos não conhecem um tal caminho – e nem trataram de procurar. Porque são fracos.    De um jovem sentenciado alemão, 1950-60

A maior dificuldade atual da educação pós-puberdade (final do Ensino Fundamental, Ensino Médio, EJA e inclusive a Graduação superior) é provavelmente a impressão de falta de verdade nas palavras e atuação dos professores. Pedimos que se dediquem a temas aos quais nós mesmos não dedicamos interesse, que usem linguagens e posturas que nós mesmos não nos usamos na vida real, que almejem metas nas quais nós mesmos não pomos fé – sem falar que se espera que ministremos ‘educação sexual’ sem ninguém ter nos ajudado a resolver nossos próprios desconfortos com o assunto.

Não é à toa que a maior parte do nosso discurso não cola, que os jovens via de regra não só não reconhecem em nós os modelos de que ainda precisam (segundo a Neurociência até os 25 anos!) como falam de nós com franco desprezo quando conversam entre si.

E no entanto esse é o nosso ofício... Existe saída desse impasse? E, afinal, sabemos o que é que os jovens realmente precisam receber de nós? – V. Rickli 2006, 1, 3, 4, 8, 11.3-4.  _ 2010, 1.6-10; 1.12

Field 2 - THE HOUR OF TRUTH: 
education in face of
adolescents and young adults

Do you expect anything from your life? Speaking about keys and wrong scents with sincerity - activities directly with young people

Realistic foundations for the pedagogical communication with adolescents & young adults - with reference to the Tropis experience in Conviviality Education - conversation groups with formal and/or extra-school educators & other related professionals 

The young are alone: there's no one to help them understand 
why the world is this disaster we have before our eyes.
Renato Russo, Brazilian rock singer 

We have given you 20 years to make us strong – strong in loving, strong in willing what is good - but you have made us strong in the evil. Because you are weak in the good. You did not show us any a path which made sense, because you yourselves do not know such a path – nor have cared to look for that. Because you are weak.    from a young german convict, 1950-60

The worst present-day problem of post-puberty education (last basic school years, high school, suplementary youth and adult education and also the undergraduate university courses) is probably the lack of truth impression left by our words and acts as teachers. We ask them to devote to subjects to which we ourselves do not direct any interest; to employ a language we ourselves do not use in real life; to yearn for goals in which we ourselves do not put any faith – not to speak of we having to give 'sexual education' when no one has helped us overcome our own discomfort with this subject.

No wonder if most of our speech is not convincing, if the youngs mostly do not recognise in us anything like the models they still need (up to the age of 25, according to Neuroscience!), if they speak about us in open disdain when they speak to each other.

Yet that is our profession... Is there any a way out of this impasse? And, above all, do we know what the young people really need to receive from us? (See - in Portuguese - Rickli 2006, 1, 3, 4, 8, 11.3-4.  _ 2010, 1.6-10; 1.12)

 

Associação Trópis: encontro de jovens participantes em 1999 (São Paulo) • aula de violão ministrada por aluno mais antigo a mais novos em 2003 (São Vicente SP)

Campo 3 - DONA DIDÁTICA EM HORA DE FÊNIX?
Reencontrando sentidos & relevância no conceito ‘Arte de Ensinar’

Dona Didática já foi rainha e senhora na formação de educadores. Disseram que tinha ficado chata e mandona, e pior: pré-científica em seu generalismo. Que tinha mais é que morrer junto com a velha Escola Normal. Dona Didática deixou uma sósia no lugar que lhe tinham reservado a contragosto na faculdade... e se suicidou.

Mas agora alguns começam a suspeitar que ninguém sabe fazer certas coisas que, bem ou mal, era ela quem fazia. Que talvez fosse preciso restaurar o lugar de uma Didática Geral. Mas... Dona Didática está morta! Uma Inês de Castro na cátedra só traria mais problemas, não soluções!

Ou seria Dona Didática uma fênix, capaz de surgir vigorosa, flexível, bela e cheia de novos poderes, justamente por ter tido coragem de sacrificar sua velha forma? 

Mas, se for esse o caso, como saberemos que é ela mesma, e não outra qualquer de olho no seu lugar?

Nossa aposta: pela definição que ela gostava de usar para si em sua juventude anterior: Arte de Ensinar.

Este campo reúne questões variadas, porém todas com esse grande tema ao fundo. Alguns aspectos adicionais da perspectiva se encontram na Carta aos colegas educadores (Rickli 2010b, transcrita logo abaixo). Outras referências para este campo: Rickli 2006, 8; 10; 11.  _ 2010a.  _ 2010c.

Em busca da integridade perdida

Por que sem a integração das vias analítica e estética da cognição não acontece aprendizado - nem ética

Professor: uma profissão esgotada?

Conversações sobre a epidemia mundial de burn-out, seu caráter histórico, e possíveis rumos de superação

Mestres humanos ou crias de Frankenstein?

Identificando as condições indispensáveis para uma formação eficaz de profissionais de educação

• A Palavra, a Galinha e a Idéia - ou:
‘onde a educação enrosca entre a letra e a realidade’

Por que saber nomes não é saber & ensinar nomes não é ensinar - e outras questões correlatas

Pedagogia Waldorf, saber acadêmico & Educação Pública:
perspectivas para a viabilização de um diálogo frutificante

O caminho único e múltiplo para paz real

O fenômeno do Convívio, das dimensões psicológica e cosmológica à social e à ecológica - e a Pedagogia que propomos onde ele é método e meta  

Field 3 - MRS DIDACTICS IN HER PHOENIX HOUR?
Finding anew meanings & relevance in the concept ‘Art of Teaching’

Mrs Didactics was once queen and sovereigness in the teachers' formation. People started saying she had grown bossy and boring - and worst: pre-scientific in her generalism! - and that she should better die together with the old Normal School. Mrs Didactics left a double in the place people had unwillingly reserved for her in the college faculty, and suicided.

But now some start to suspect that no one knows how to do certain things that, well ou not so well, were done by her. That perhaps one should restore the once honourable place of a General Didactics. But Mrs Didactics is dead! An Inês de Castro* on the professor's chair would bring no solutions, just further problems! (* The woman whose corpse would have been placed on Portugal's throne to be honoured as queen, in the 14th Century).

Or would Mrs Didactics be rather a phoenix, able to resurge refreshed, flexible, beautiful and full of new powers, precisely by having had the courage to sacrifice her old form? 

But how could we be sure to be dealing with a new form of Mrs Didactics, and not with someone else who just wants her place?

We bet: by the definition she had chosen for herself in her previous youth:  Art OF TEACHING.

The matters gathered in this field are quite varied, yet they all have this issue as a general background. Some more aspects of this field's background are found in the Letter to the colleagues active in education (Rickli 2010b, transcribed bellow). Other field's references (in Portuguese): Rickli 2006, 8; 10; 11.  _ 2010a.  _ 2010c.

In search of the lost integrity

Why without the integration of THE analyticaL AND THE esthetic PATHS OF COGNITION no leArning has place, nor any ethics.

Teacher: a burn out profession?

Conversations about the world epidemic of teacher burnout, its historical character, and the rhumbs for possible ways out.

Human masters or Frankenstein's offspring?

Identifying the central conditions for an efficacious formation of education profissionals

• The Word, the Hen and the Ideia - or:
‘where education gets stuck between letter and reality’

Why KNOWING NAMES IS NOT REALLY KNOWING & TEACHING nAmes IS NOT REALLY TEACHING - and other related issues

Waldorf Education, academic knowledge, Public Education
perspectives for the viabilisation of a fructifying dialogue

The single-multiple path to real peace

The deeper sense of CONVIVIUM - living togetherness - as the most decisive axis all across the psychological-individual, social, ecological and cosmological dimensions - and the educational approach we propose where Convivium is both method and goal 

Campo 4 - VIAGENS NA HISTÓRIA:
aventura estético-intelectual & aprendizado eficaz

ÁFRICA - continente selvagem ou Mãe da Civilização?

Apresentações audiovisuais e conversas com professores, alunos, interessados em geral, com base no livro e peça O dia em que Túlio descobriu a África, inspirado pela obra do historiador e cientista senegalês Cheikh Anta Diop - no sentido das leis 10.639/2003 e 11.645/2008. -  Mais sobre nossa abordagem a este campo em www.tropis.org/afro

Mil anos de Música: paisagens e picos

Uma familiarização com estilos, compositores e peças marcantes de 1000 a 2000 d.C., com mais música que palavras  

Poucas coisas estimulam tanto um jovem a assumir responsabilidade por si mesmo e sua coletividade quanto a percepção de que sua própria vida faz parte do tecido dos eventos históricos. Isso, porém, sequer é possível quando não se dispõe de uma representação interior da história suficientemente ampla e vívida – para o que não bastam nomes e datas e tampouco análises exclusivamente no sentido das relações econômicas.

Assim como só enxergamos a corporeidade das coisas usando dois olhos, nosso conhecimento só tem consistência suficiente para ser útil quando é convergência das vias analítica e estética da cognição (Rickli 2006,8). Trabalhar com isso requer, no entanto, uma mobilidade transdisciplinar que só obtemos indo bem além das exigências oficiais da nossa formação.

Dos roteiros aqui propostos, o de familiarização com a música na história foi desenvolvido e aplicado por Ralf Rickli já em 1978. O referente às civilizações da África e suas realizações culturais vem de 1992 – 11 anos antes da primeira lei federal a respeito.

Sua aplicação desde então tem mostrado que, para jovens afrodescendentes e mesmo de outras etnias não-dominantes, o impacto motivador desta abordagem afirmativa é incomparavelmente superior ao de mera repetição da denúncia dos processos de opressão. (Rickli 1997; _ 1998; _ 2006, 4, 8)

 

Field 4 - JOURNEYS IN HISTORY:
esthetic-intelectual adventure & effective learning

AFRICA - savage continent or Mother of Civilisation?

Audiovisual presentations for teachers, students, anyone interested.  
Based on R. Rickli's book and play the day tulio discoverd africa, inspired by the work of the senegalese historian and scientist Cheikh Anta Diop. In response to the Brazilian federal laws
10.639/2003 and 11.645/2008 (obligatory teaching of native brazilian, african and afrobrazilian history and culture in schools).

One thousand years of music: lanscapes & peaks

Getting familiar with remarkable styles, composers and pieces between the years 1000 and 2000 AD, with more music than words 

Few things stimulate so much a young person towards undertaking responsibility for themselves and for their community as the perception that their own life is part of the historical events fabric. However, this perception won't happen unless one counts on a sufficiently wide and vivid inner representation of history, which cannot be attained from mere names and dates lists, nor from analyses based exclusively on economical relationships.

Comparable to the fact that we need two eyes in order to perceive things in their touchable corporeity, our knowledge is only dense enough to be useful when it is formed by the a convergence of the analitical and the esthetic paths of cognition (Rickli 2006,8). However, to work with that in Education demands a degree of transdisciplinary mobility which goes far beyond the official requirements of teacher's formation.

The presently proposed programmes may be considered mere examples of this approach. The history-in-music programme was developed and applied by Ralf Rickli as early as in 1978. The one refering to the african civilisations and their cultural achievements was developed in 1992 – that is to say: 11 years before the first Brazilian Federal Law about that.

Since then, its application has been showing that this approach's motivating impact in afrodescendent youths, and even in the ones from other minority groups, is far superior to what is attained by the mere repeated denunciation of the opression processes. (Rickli 1997; _ 1998; _ 2006, 4, 8)

 


Alto: divulgação das apresentações sobre África. Claudio Monteverdi, focalizado em Mil Anos de Música
Embaixo: da montagem da peça pela Companhia de Teatro de Heliópolis, 2009, com apoio da Petrobrás

A perspectiva convivial
O Convívio como método e como meta

As expressões Educação Convivial e Pedagogia do Convívio foram cunhadas por Ralf Rickli ao longo do caminho de pensamento-ação realizado junto com jovens das periferias de São Paulo e Baixada Santista na Associação Trópis, de 1993 a 2006.

Trata-se de repensar os caminhos da educação partindo da sua forma mais básica e espontânea: o compartilhar de saberes no convívio cotidiano natural dos seres humanos. Reconhecendo ao mesmo tempo que a maior parte dos problemas da humanidade está ligado às dificuldades do convívio, formula-se então como educação no convívio, através do convívio e para o convívio.

Embora desenvolvida inicialmente no trabalho extra-escolar com jovens, suas concepções têm a contribuir também para o trabalho em espaço escolar e com todas as faixas de idade.

A Educação Convivial é ainda face prática de uma perspectiva filosófica desenvolvida ao longo de quatro décadas, centrada em um pluralismo absoluto que identifica o convívio na diferença como única forma possível de unidade, condição da própria existência no sentido da física, e da saúde ou BEM nas dimensões ecológica, social e psicológica (Filosofia do Convívio).

*

Tomamos a palavra ‘convivial’ emprestada, em 1996, de Ivan Illich, que a introduziu em 1973. Não sabíamos, então, que um ano antes os Profs. Hoefel e Stahel também falavam de ‘Educação Convivial’, partindo de Illich, na Universidade S. Francisco (Bragança Paulista). Posteriormente diversos grupos usaram palavras idênticas ou aparentadas, como ‘convivencialidade’. São caminhos com histórias diferentes e com maior ou menor medida de métodos e de objetivos em comum – e que, coerentemente, podem e devem conviver.
Bibliografia específica: Rickli 2008, _ 2010a, 2.

the conviviality perspective
Living Togetherness as GOAL and as mEthod

The Portuguese expressions that are etymologically rendered as Convivial EDUCATION and PedagogY OF ConvIVIUM were coined by Ralf Rickli along the thinking-acting path walked by him and youths from the Sao Paulo and Santos outskirts in the TROPIS Association from 1993 to 2006.

Of course Ivan Illich had already in 1973 drawn attention to the words convivium, convivial, conviviality, inspired in his case by the Spanish language - having also faced the problem that the English language, along with the later Romans, understands 'convivium' more or less as 'food orgy', what is quite removed from the word's original and deeper meaning - something close to living (in) togetherness, which is also its meaning in Brazil's everyday language.

Our understanding of 'convivial perspective' in education points at re-thinking  all ways of education departing from its most basic and spontaneous form: the sharing of experience and other information in ordinary everyday life. At the same time, it must point out that most of humankind's problems are somehow related to the difficulties found in the attempt to live in each other's presence.  Both perceptions converge then in the formulation: education IN living together, through living together, for (ADEQUATE) living together.

While this views were developed initially in extra-school activities with (not 'for') youths, its conceptions can contribute significantly also to the work in school spaces and with all age groups.

Convivial Education can still be seen as a practical face of a philosophical perspective developed slowly along four decades, which has its center in an absolute pluralism, identifying LIVING TOGETHER WHILE REMAINING DIFFERENT as the only possible form of unity, the most fundamental condition for existence itself (in the sense of PHYSICS), as well as for THE GOOD or health in the ecolOgicaL, social and psYcHolOgicaL dimensions (Filosofia do Convivio, Co-living Philosophy, Philosophy of Living Togetherness).- specific literature: Rickli 2008, _ 2010a, 2.

Bibliografia básica dos temas disponível na net

Em www.tropis.org/biblioteca encontram-se disponíveis, entre outros, os seguintes trabalhos relacionados com os temas oferecidos e a abordagem empregada. (Os poucos trabalhos que não se encontram listados lá têm seus links diretamente na referência abaixo).

Rickli, R. (2010a). AOS QUE PODEM SALVAR O MUNDO: 
a Filosofia
e Pedagogia do Convívio e seu apelo por 
uma nova consciência & arte dos Pais.
239 pp.

_ (2010b). Carta aos colegas educadores, de um pedagogo 
que o é porque fugiu da escola.
2 pp.

_ (2010c). O desafio do relacionamento acadêmico com a obra de Rudolf Steiner (para a discussão da Pedagogia Waldorf). 10 pp.

_ (2008). LIBERDADE SOCIALMENTE SUSTENTÁVEL: uma introdução à Filosofia do Convívio e a algumas das suas aplicações. 35 pp.

_ (2006a). Uma foto-história da Trópis e da sua Pedagogia do Convívio. 5 páginas html com início em http://www.tropis.org/foto-historia0.html

_ (2006b). PEDAGOGIA DO CONVÍVIO: na invenção de um viver humano. Coletânea de ensaios, 248 pp., dis­po­níveis também em separado. No caso especialmente:

 1  A proposta de uma Educação Convivial 
e a nossa Oficina de Conhecimento & Artes. 6 pp. 

 4  Insuficiências da Educação, violência e juventude no Brasil. 13 pp. 

 8  Em busca da integridade perdida. 20 pp. 

10 Uma aula para Lili (s. a perspectiva Waldorf em alfabetização). 2 pp. 

11 Mestres humanos ou crias de Frankenstein? - para a criação holográfica do par interdependente ‘democracia viável’ e ‘formação profissional conseqüente em educação’. 63 pp.

_ (2003). Relacionando-se com a Antroposofia como discurso religioso ou discurso científico. 8 pp. Em ‘Trópis e antroposofia em diálogo’.

_ (1998). O Túnel da História e o indivíduo como chave do social. 3 pp.

_ (1997). O DIA EM QUE TÚLIO DESCOBRIU A ÁFRICA. Ficção paradidática, 232 pp. Alguns capítulos disponíveis em www.tropis.org/afro; versão teatral (2009) a publicar em breve. Complementado por: África: um roteiro cultural e histórico, seleção de fotos e mapas em apoio visual ao roteiro do livro e peça, em http://bit.ly/ct0mWd  e  http://bit.ly/bo9aNO

References accessible at the internet

 

All references above lead to the papers and books listed in the left, accessible at www.tropis.org/biblioteca in their original Portuguese form.

 

We surely would like to offer all of this literature also in English, yet presently very little of it is translated. An index to such 'English pages' can also be found through the link above.

 

A Portuguese-English Photo-History of the Tropis experience starts at http://www.tropis.org/foto-historia0.html (followed by 4 further pages).  

 

Besides, a collection of pictures of Africa (by other photographers) gathered to support the Field 3 presentation can be seen in two Facebook albums, at http://bit.ly/ct0mWd  and  http://bit.ly/bo9aNO

CUSTOS: abordagem sociopedagógica

Temos que SER a mudança que queremos ver no mundo. Gandhi

Sociedade saudável não trata trabalho humano como mercadoria. Pretendendo ser ações de construção de uma sociedade saudável, nossos serviços não podem ter preço: trabalhamos exclusivamente com acordos de viabilização conforme as possibilidades de todas as partes envolvidas.

Da nossa parte, damos sempre nosso máximo em conteúdo e qualidade. Como contrapartida, pedimos que cada instituição ou grupo interessado ofereça o máximo de que seu orçamento permite dispor para fins desta natureza, com base no que já pagaram ou se disporiam a pagar a qualquer outro profissional por serviços comparáveis. Não há limites mínimos nem máximos. Havendo real interesse, nenhuma proposta é desconsiderada, desde que honestamente compatível com as possibilidades orçamentárias dos solicitantes.

COSTS: a sociopedagogical approach

We must BE the change we wish to see in the world. Gandhi

A healthy society does not deal with human work as a merchandise. Insofar they intend to be acts of construction of a healthy society, our services cannot have price: we work exclusively with ENABLING agreements devised to meet all involved parts' needs and possibilities.

As much as we always offer our best in contents substance and quality, we expect that every institution or group offers the maximum their budget allows for this kind of purpose, refering it to how much they have already paid or would be willing to pay to any other professional for comparable services. There are no minimum nor maximum. If real interest is present, no proposal is disregarded, as long as it honestly corresponds to what the solicitors' budget allows.

RALF RICKLIarte em educação, palavras & ideias - ir para ...

Informações Biográficas

1 Curriculum Vitae detalhado          2 Currículo Lattes  

3 Biografia profissional essencial

4 Carta aos colegas educadores (reflexão autobiográfica)

5 Uma referência de 1981 e ainda de interesse

FRENTE DE TRABALHO EM STAND-BY DESDE SET. 2011
        Área profissional I: 
   Projeto ERE inFORM
        palestras, cursos, grupos de conversação

Uma chave: o BOM, o BELO e o VERDADEIRO

1 A Chave Invisível: o trato com as crianças pequenas...

2 A Hora da Verdade: adolescentes e jovens

3 Dona Didática em hora de fênix?

4 Viagens na História (África Mãe da Civilização; Mil Anos de  Música)

Sobre a perspectiva: o Convívio como método e meta

Bibliografia dos cursos disponível na net

Custos: abordagem sociopedagógica

FRENTE DE TRABALHO SUSPENSA  DESDE SET. 2011
        Área profissional II: 
        Comunicação Transcultural

1 Tradução Viva de conferências e cursos

2 Tradução escrita

Acesso aos trabalhos publicados na internet

PROJETO ERE inFORM EM PDF

Portal Pessoal-Profissional: de volta à página-índice 
Página inicial do movimento Trópis 

RALF RICKLIart in education, words & ideas - go to ...

Biographical Information

1 Full CV (Curriculum Vitae)       2 Lattes System academical CV  

3 Essential professional biography

4 Letter to colleagues active in education (an autobiographical reflexion)

5 An interesting 1981 reference

WORK FRONT IN STAND-BY SINCE SEPT.2011
        Professional area I: ERE inFORM Project
        talks, courses, conversation groups

A key: GOODNESS, BEAUTY and TRUTH

1 The Invisible Key: the way we treat small children...

2 The Hour of Truth: adolescents and youths

3 Mrs Didactics in her phoenix hour?

4 Journeys in History (Africa Mother of Civilization; Thousand Years Music)

About the convivial perspective: Living Togetherness as Goal and Method

References accessible at the internet

Costs: a sociopedagogical approach

WORK FRONT SUSPENDED  SINCE SEPT.2011
        Professional area II: 
        Transcultural Communication

1 Living Translation of conferences & courses

2 Written translation

Access to internet published works

ERE inFORM PROJECT IN PDF (portuguese)  

Personal-Professional Portal: back to the index-page 
TROPIS movement home page 

• • •

RALF RICKLI • área profissional II: Comunicação Transcultural

Atividades nesta área estão suspensas desde setembro de 2011

A tradução com vida

RALF RICKLI professional area II: Transcultural Communication

This area's activities are suspended since September 2011

Living translation

II.1 Tradução oral ao português (interpretação)
em conferências e outros eventos

IDIOMAS

InglêsEspanhol

Alemão: sujeito a análise do caso

DIFERENCIAIS DA ABORDAGEM

• domínio de um amplo campo de referências 
de diferentes culturas e áreas do saber, 
possibilitando a captação do sentido da fala original 
com suas conotações sutis e relações de contexto

• fluência, precisão, alta inteligibilidade  
da fala traduzida apresentada

• alta comunicação verbal e não-verbal com o público 
baseada em longa experiência artística e didática

• opção decidida pela tradução seqüencial
se a tradução simultânea pode ser aceitável em eventos meramente formais, é inaceitável em situações didáticas de qualidade por arrasar a precisão, profundidade e expressividade e perturbar a comunicação não-verbal (a mais profunda) com o preletor

ALGUNS TRABALHOS REALIZADOS COMO INTÉRPRETE

Allan Kaplan, África do Sul. Consultor em Desenvolvimento de Processos, autor de Artistas do Invisível (Ed. Instituto Fonte) - (diversos seminários em 2006 e 2007)

Ad Dekkers, Holanda, psicólogo (2006)

Alexander Bos, Holanda, consultor organizacional, autor de Desafios para uma Pedagogia Social (Editora Antroposófica) (1993)

Arthur Zajonc, USA. 
Professor titular de Física, ex-Secretário Geral da Sociedade Antroposófica nos EUA (2010)

Christopher Clouder, Inglaterra, fundador da Aliança pela Infância (2010)

Christopher Houghton Budd, Inglaterra, Prof. Dr. em Economia 
(diversos seminários a partir de 1998)

Christopher Schaefer, EUA, consultor em Ecologia Social, 
autor de O Desenvolvimento de Iniciativas Sociais (Ed. Instituto Fonte). (Diversos eventos em 2005 e 2007)

David Newbatt, Escócia, artista plástico e professor (2011)

Dennis Klocek, EUA, diretor do Programa de Estudos da Consciência no Rudolf Steiner College, Sacramento, Califórnia.(2010)

Dorothy Maclean, Canadá. Co-fundadora da Comunidade de Findhorn (Escócia), escritora e conferencista (2008) 

Frans de Clerck, Bélgica, da diretoria do Triodos Bank, 
ex-presidente da INAISE International Association of Investors in the Social Economy (2005)

Harald Kleem, Alemanha, consultor internacional em Educação Intercultural. (2003, 2004, 2005)

Henriette Dekkers, Holanda, psicóloga (2006)

Heinz Zimmermann, Alemanha/Suíça, da diretoria da Sociedade Antroposófica Geral (2005)

Helle Heckman, Dinamarca. Especialista em Educação Infantil (2010)

Jaap van der Haar, Holanda, consultor da UE para prevenção e terapia de dependências (1999, 2001, 2006, 2007)

Jeffrey Smith, EUA, especialista internacional quanto à problemática dos transgênicos (out. 2007)

Jessica Westerkamp, Holanda, dramaterapeuta (2006, 2007)

Johanna Bos, Holanda, pedagoga Waldorf (1993)

Nancy Mellon, EUA. Especialista em Educação Infantil (2010)

Thomas Adam, Suíça. Especialista no método artístico e terapêutico Desvendar da Voz (out.2007) 

Ulrich Roesch, Alemanha/Suíça, filósofo e cientista social (2005)

Vicki Robin, EUA. Ativista pela simplicidade voluntária e consumo consciente. Autora de Dinheiro e Vida (out.2007)

II.1 Oral translation into Portuguese (interpretation)
in conferences and other events

FROM LANGUAGES

EnglishSpanish

German: subject to case analysis

DIFFERENTIALS IN OUR APPROACH

• a wide field of references 
from different cultures and knowledge areas, 
enabling to grasp the meaning of the original speech 
in its subtle connotations and context relationships

• fluency, precision and high understandability 
of the translated speech

• high level of verbal e non-verbal communication with the audience, based on a long artistic and teaching experience

• a decided option for sequential translation
if simultaneous translation may be acceptable in merely formal events, 
it is unacceptable in quality teaching/learning situations as it destroys precision, depth and expressiveness and disturbs the deepest communication channel between speaker and listeners, the non-verbal. 

FROM THE WORK DONE AS INTERPRETER  

Allan Kaplan, South Africa. Development practitioner, consultant, author
(several seminars in 2006 and 2007)

Ad Dekkers, Holanda, psychologist (2006)

Alexander Bos, Holland. 
Organization development consultant (1993)

Arthur Zajonc, USA. 
Physics professor, former General Secretary of the USA Anthroposophical Society (2010)

Christopher Clouder, England, founder of Alliance for Childhood (2010)

Christopher Houghton Budd, England.
PhD in Economics (several seminars since 1998)

Christopher Schaefer, USA.
Social Ecology consultant and author. Several events in 2005 and 2007.

David Newbatt, Scotland, artist and teacher (2011)

Dennis Klocec, USA. Director of the Consciouness Studies Program at the Rudolf Steiner College, Sacramento CA.

Dorothy Maclean, Canada. Co-founder of the Findhorn Community (Scotland), writer and talker (2008)

Frans de Clerck, Belgium. From the board of Triodos Bank, 
ex-president of INAISE International Association of Investors in the Social Economy (2005)

Harald Kleem, Germany. International consultant for Intercultural Education. (2003, 2004, 2005)

Henriette Dekkers, Holanda, psicóloga (2006)

Heinz Zimmermann, Germany/Switzerland.
From the General Anthroposophical Society's Board. (2005)

Helle Heckman, Denmark. Infant education specialist (2010)

Jaap van der Haar, Holland. E.U. consultant for prevention and therapy of addictions (1999, 2001, 2006, 2007)

Jeffrey Smith, USA. International expert for the problems of genetic modified crops (Oct. 2007)

Jessica Westerkamp, Holland. Dramatherapeut (2006, 2007)

Johanna Bos, Holland. Waldorf teachers instructor (1993)

Nancy Mellon, USA. Infant education specialist (2010)

Thomas Adam, Switzerland. Expert for the artistic and therapeutic method Uncovering the Voice (Oct.2007)

Ulrich Roesch, Germany/Switzerland. Social scientist and philosopher (2005)

Vicki Robin, USA. Activist for voluntary simplicity and conscious consumption. Author of Your money or your life (Oct.2007).

II.2 Tradução escrita

IDIOMAS

Inglês: tradução, versão, redação original

Espanhol: tradução, versão, redação original  

Alemão: tradução

Francês: tradução, sujeito a análise do caso

Italiano: traduções menores, sujeito a análise do caso

ALGUNS TRABALHOS REALIZADOS COMO TRADUTOR

Beck, Dieter et al., Transtorno Borderline: transtornos limítrofes (3 artigos em psicologia-psiquitaria). São Paulo: Antroposófica, 2011.

Budd, Christopher Houghton. A Economia da Educação (Ed. Monte Azul)

Lievegoed, Bernard. O Salvamento da Alma. Segundo cotejo e texto final da tradução de Gerard Bannwart a partir do original holandês. (Ed. Micael)

Prokofieff, S.O. O Sentido Oculto do Perdão - co-tradução com Ana Cristina Corvelo (Editora Antroposófica)

Steiner, Rudolf 
Cinco ciclos completos de palestras: volumes 7, 110, 168, 223a e 223b das Obras Completas (Ed. Sociedade Antroposófica no Brasil); Seções do volume 10 (Ed. Trópis). - Cotejo e texto final de três ciclos traduzidos por outros (vol. 230, 232, 302). Co-tradução e editoração integral das Palestras aos Trabalhadores (vol. 347-354, em andamento)

Suhrbier, Prof.ª Mona Birgit (Museu de Etnologia de Frankfurt). Seleção de textos antropológicos utilizados quando professora visitante na USP.

• revisão completa da tradução ao português de um dicionário Iorubá-Inglês,realizada pelo Prof. Adesina Sikiru Salami (King)

• textos poéticos de Goethe (alemão), Walt Whitman (inglês), 
Baudelaire
e André Gide (francês)

• redação original em inglês dos relatórios da Equipe de Consultores Internacionais no Congresso Networks for Global Learning - Hannover, Alemanha, novembro 2002 (v. Anais do Congresso)

• versão ao inglês de apresentações e projetos de diversas instituições (alguns dos da Associação Trópis se encontram disponíveis em www.tropis.org)

II.2 Written translation

LANGUAGES

English: translation, version, original redaction

Spanish: translation, version, original redaction 

German: translation

French: translation, subject to case analysis

Italian: minor translations, subject to case analysis

SOME WORK DONE AS TRANSLATOR  

Beck, Dieter et al., Borderline Erkränkungen (3 articles in psychology-psychiatrics). São Paulo: Antroposófica, 2011.

Budd, Christopher Houghton , The Economics of Education 
(Ed. Monte Azul)

Lievegoed, Bernard. The Salvation of the Soul. 2nd collation and copydesk of Gerard Bannwart's Portuguese translation from the original Dutch text. (Ed. Micael)

Prokofieff, S.O. The Occult Meaning of Forgiveness - in colaboration with Ana Cristina Corvelo (Editora Antroposofica)

Steiner, Rudolf 
Five full lecture cicles: volumes 7, 110, 168, 223a, 223b from his Complete Works (Ed. Sociedade Antroposofica no Brasil); Sections of volume 10 (Ed. Tropis). Collation and copydesk of others' translations (vol. 230, 232, 302). Joint translation and edition of the whole Workers Conferences (vol. 347-354, under work). 

Suhrbier, Prof. Mona Birgit (Frankfurt Ethnology Museum). Selection of anthropological texts for her activities as a visiting professor at the Universidade de São Paulo

• revision of the translation and adaptation to Portuguese of a Yoruba-English dictionary by Prof. Adesina Sikiru Salami

• poetic texts by Goethe (German), Walt Whitman (English), 
Baudelaire
and André Gide (French)

• original English redaction of the international consultants group report in the Congress Networks for Global Learning - Hanover, Germany, November 2002

• English version of presentations and projects of several institutions (some of the Tropis Association's are found at www.tropis.org) 

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RALF RICKLIarte em educação, palavras & ideias

Acesso a trabalhos publicados na internet

RALF RICKLIart in education, words & ideas 

Access to internet published works

Uma página-índice consolidada está em planos e será publicada assim que possível. Provisoriamente pode-se usar as seguintes pistas: 

BIBLIOTECA VIRTUAL TRÓPIS: contém a maioria dos trabalhos de R.Rickli disponíveis na internet: http://www.tropis.org/biblioteca

Blog do Ralf & do Pluralismo Radical: contém a publicação original de diversos artigos, contos etc., que ainda precisam ser transcritos para outros meios: http://pluralf.blogspot.com 

• Olhares de uma Razão Apaixonada sobre EDUCAÇÃO & TRANSFORMAÇÃO:  
página no Facebook: http://on.fb.me/xoNKD2 

ralf.r.tropis.org : arte em palavras, ideias & educação:  
página no Facebook: http://on.fb.me/zYeX56 

• Alguns poucos trabalhos que não cabem nos espaços acima estão linkados em http://ralf.r.tropis.org/index.html#ind2

Para uma lista de trabalhos publicados fora da internet (formal ou informalmente), ver seção 4 do Curriculum Vitae detalhado 

A single index page is in view, and will be published as soon as possible. Meanwhile these are provisional links:

• TROPIS VIRTUAL LIBRARY: contains most of the internet published works by Ralf Rickli: http://www.tropis.org/biblioteca

Ralf's & Radical Pluralism's blog: contains several articles, short stories etc. that have not been published elsewhere yet: http://pluralf.blogspot.com 

• Outlooks of a Passionate Reason on EDUCATION & TRANSFORMATION:  
Facebook page: http://on.fb.me/xoNKD2 

ralf.r.tropis.org : art in words, ideas & education:  
Facebook page: http://on.fb.me/zYeX56 

• Some few works that do not fit in any of the above spaces may be found at http://ralf.r.tropis.org/index.html#ind2

For a list of works published outside the internet (formally ou informally), see section 4 of the Full CV 

RALF RICKLIarte em educação, palavras & ideias - ir para ...

Informações Biográficas

1 Curriculum Vitae detalhado          2 Currículo Lattes  

3 Biografia profissional essencial

4 Carta aos colegas educadores (reflexão autobiográfica)

5 Uma referência de 1981 e ainda de interesse

FRENTE DE TRABALHO EM STAND-BY DESDE SET. 2011
        Área profissional I: 
   Projeto ERE inFORM
        palestras, cursos, grupos de conversação

Uma chave: o BOM, o BELO e o VERDADEIRO

1 A Chave Invisível: o trato com as crianças pequenas...

2 A Hora da Verdade: adolescentes e jovens

3 Dona Didática em hora de fênix?

4 Viagens na História (África Mãe da Civilização; Mil Anos de  Música)

Sobre a perspectiva: o Convívio como método e meta

Bibliografia dos cursos disponível na net

Custos: abordagem sociopedagógica

FRENTE DE TRABALHO SUSPENSA  DESDE SET. 2011
        Área profissional II: 
        Comunicação Transcultural

1 Tradução Viva de conferências e cursos

2 Tradução escrita

Acesso aos trabalhos publicados na internet

PROJETO ERE inFORM EM PDF

Portal Pessoal-Profissional: de volta à página-índice 
Página inicial do movimento Trópis 

RALF RICKLIart in education, words & ideas - go to ...

Biographical Information

1 Full CV (Curriculum Vitae)       2 Lattes System academical CV  

3 Essential professional biography

4 Letter to colleagues active in education (an autobiographical reflexion)

5 An interesting 1981 reference

WORK FRONT IN STAND-BY SINCE SEPT.2011
        Professional area I: ERE inFORM Project
        talks, courses, conversation groups

A key: GOODNESS, BEAUTY and TRUTH

1 The Invisible Key: the way we treat small children...

2 The Hour of Truth: adolescents and youths

3 Mrs Didactics in her phoenix hour?

4 Journeys in History (Africa Mother of Civilization; Thousand Years Music)

About the convivial perspective: Living Togetherness as Goal and Method

References accessible at the internet

Costs: a sociopedagogical approach

WORK FRONT SUSPENDED  SINCE SEPT.2011
        Professional area II: 
        Transcultural Communication

1 Living Translation of conferences & courses

2 Written translation

Access to internet published works

ERE inFORM PROJECT IN PDF (portuguese)  

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